domingo, 19 de novembro de 2017

Alguns sinais de alerta para o Autismo


DICAS DE RELACIONAMENTO/CONVIVÊNCIA....




DICAS DE RELACIONAMENTO/CONVIVÊNCIA COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
         
          Reconhecer que temos dificuldade em conviver com a diferença, é um primeiro passo para mudar o nosso olhar para a deficiência.

Conviver com uma pessoa com algum tipo de deficiência é um aprendizado. Aprendemos que todas as pessoas têm limitação. Assim, é importante conhecermos algumas dicas que facilitam a nossa convivência diante de pessoas com deficiência.

 Por exemplo, como subir uma rampa, atravessar a rua, enfim, situações do cotidiano que precisam ser conhecidas e reconhecidas pela sociedade para que elas sejam incluídas neste meio social e tenham uma melhor qualidade de vida.


Lee Cadeirante
leecadeirante.com.br




quarta-feira, 15 de novembro de 2017

ampliado o beneficio do IPVA para Pessoa com deficiencia


Terminologias corretas

Terminologias atuais para falar sobre deficiência
POR LAK LOBATO · 2 DE DEZEMBRO DE 2015


Resolvi trazer ao nosso site alguns termos utilizados para se referir a pessoas com deficiência de modo geral, mas especialmente para esclarecer muitos dos termos que usamos cotidianamente, para explicar ou enfatizar determinadas características da nossa condição.
Alguns termos são científicos, outros oficiais e outros coloquiais, usados no dia-a-dia. Alguns são usados de forma pejorativa e outros são uma forma de “enfeitar” a deficiência. Já outros termos como “deficiente auditivo” e “surdo” podem parecer sinônimos, mas não significam exatamente a mesma coisa.
Por isso fiz uma compilação de vários desses rótulos usados para nos identificar e uma pequena explicação com o significado de cada um.
surdo
Alguém que tem perda total da audição.
Surdo
Utiliza-se dessa forma, com a primeira letra em maiúscula, ao se referir a alguém com perda auditiva que faz parte da Comunidade Surda e utiliza a língua de sinais como sua língua-mãe.
Deficiente auditivo
Pode ser usado para qualquer pessoa com perda auditiva, mas é mais comum utilizar este termo para quem tem algum resíduo auditivo ou que ouve alguma coisa através de aparelhos ou implantes auditivos. Embora o termo deficiente, como sujeito, deva ser preferencialmente substituído por “pessoa com deficiência auditiva” (veja abaixo).
 Ouvinte
Usado para pessoas que não tem nenhuma perda auditiva e não precisam de aparelhos para ouvir, ou seja, mesmo se uma pessoa com perda auditiva voltar a escutar, ela não pode ser considerada um ouvinte. Veja o texto Implantados não são ouvintes.
Surdo Oralizado / Surdo usuário da Língua Portuguesa
São as pessoas com perda auditiva que utilizam a voz como principal forma de comunicação e podem ser auxiliados pela leitura labial e o uso de aparelhos ou implantes auditivos.
Veja mais: O que são surdos oralizados?
Surdo Sinalizante
São as pessoas com perda auditiva que utilizam a língua de sinais (Libras, no Brasil) como forma principal de comunicação. Podem ou não utilizar aparelhos ou implantes auditivos. Sinônimo de “Surdo” (veja acima).
Surdo-mudo
Utilizar este termo para deficientes auditivos em geral é errado e ofensivo. É uma forma antiga de se referir aos surdos, mas que já caiu em desuso e hoje em dia, gera desconforto da grande maioria dos surdos. Pouquíssimas pessoas que têm perda auditiva também são mudas, pois é raro que elas tenham algum problema nas cordas vocais.
Mudo
Apesar de menos comum, há pessoas que possuem incapacidade de falar, devido a problemas nas suas cordas vocais, afasia por sequela de AVC, ausência de língua ou mandíbula, entre outros fatores.
Surdocego
Pessoas com deficiência auditiva e visual concomitantes. Embora aparentemente seja a soma de duas deficiências (auditiva e visual), a OMS reconhece a surdocegueira como uma deficiência única. Sua comunicação pode ser oral ou através da língua de sinais tátil ou pelo método Tadoma. Helen Keller foi a mais famosa ativista e personalidade surdocega.
Implantado
São pessoas que utilizam algum implante. No caso dos deficientes auditivos, alguém que usa um implante auditivo para recuperar parte da audição. Pode ser um implante coclear, implante de condução óssea (como o Baha) ou implante de tronco encefálico.
Unilateral/bilateral
Se estiver se referindo à surdez, é para identificar pessoas não escutam com um ou os dois ouvidos, respectivamente.
Se estiver se referindo ao implante auditivo, significa que a pessoa o utiliza em apenas um ouvido ou nos dois, respectivamente.
Pré-lingual, peri-lingual ou pós-lingual
termos utilizados para identificar a época que a pessoa teve a perda auditiva com relação ao estágio da aquisição da linguagem. Significam respectivamente: antes, durante ou depois do desenvolvimento da linguagem e da fala.
Além dos termos específicos para pessoas com deficiência auditiva, também existem os termos para se referir a todas as pessoas que possuem deficiência:
Deficiente
Termo genérico utilizado para determinar qualquer pessoa com deficiência. Hoje em dia, é um termo considerado “errado”, pois deficiência é uma condição que a pessoa tem, mas não algo que ela é como um todo.
Pessoa Portadora de Deficiência (PPD)
Este termo foi utilizado oficialmente na legislação brasileira quando se falava de pessoas com deficiência até a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU. Desde 2010, existe uma portaria que diz que onde lemos “Pessoa Portadora de Deficiência” deve-se ler “Pessoa com Deficiência”.
Pessoa com Deficiência (PCD)
Termo mais correto e oficialmente reconhecido para referir-se a pessoas que possuem deficiência física, auditiva, visual, intelectual ou múltipla (duas ou mais deficiências). O termo foi considerado o mais adequado, porque destaca o sujeito antes da condição. Pode-se mudar conforme o discurso: pessoa/moça/criança/profissional com deficiência/surdez/nanismo, etc.
Pessoa com Necessidades Especiais (PNE)
Utilizado para um grupo que inclui idosos, gestantes obesos, pessoas com deficiência e toda pessoa que necessite de alguma adaptação ou tratamento específico para determinada situação (estacionar o carro, esperar na fila, etc).
Pessoa com deficiência sensorial
São as pessoas que possuem a perda de algum sentido, principalmente a visão e audição.
Pessoa com deficiência física
Termo que deve utilizado exclusivamente para pessoas que possuem limitações relacionadas aos aspectos físicos e motores, como ausência de membros, paralisias, nanismo, entre outras causas. Muita gente usa este termo para se referir a toda e qualquer pessoa com deficiência, o que é incorreto. Uma vaga para pessoas com deficiência física, por exemplo, não dá direito a uma pessoa com deficiência sensorial utilizá-la.
Pessoa com deficiência múltipla
Pessoas que possuem mais de uma deficiência concomitante. Deve-se usar termos para deficiências específicas, como intelectual e psicossocial, tomando o cuidado de aplicá-las no contexto correto.
Inválido, incapaz, doente, excepcional, aleijado ou pessoa com problema
Estes termos que caíram em desuso pois não representam mais a realidade das PCDs. O termo “doente” deve ser evitado, pois é diferente de “deficiência”, que é a perda permanente parcial ou total de uma funcionalidade do corpo, não estando necessariamente relacionada a uma doença.
Portador de deficiência
O termo portador foi considerado inadequado, pois o verbo “portar” significa “carregar” e deficiência não é algo que carregamos, mas algo que temos permanentemente. Podemos esquecer algo que carregamos em casa, como por exemplo, nossa bolsa, nossas chaves ou até nossas próteses, mas as deficiências sempre estarão presentes conosco.
mudinho ou surdinho
Estes termos tentam amenizar a deficiência e podem até soar engraçadinhos quando temos intimidade com a pessoa ou quando falamos com tom de brincadeira entre amigos. Mas, não deve ser usado como uma forma aceitável para se referir a pessoas com deficiência auditiva de modo geral.
normal
Usar o termo “normal” para pessoas que não possuem deficiência também é inadequado, já que o contrário de normal é “anormal” e ter uma deficiência não significa anormalidade.
Pessoas Especiais
É comum se referirem a PcDs como pessoas especiais. Isso é amplamente usado, inclusive em programas governamentais. Mas especialistas e muitas pessoas com deficiência têm combatido este termo, já que uma pessoa não se torna especial simplesmente por ter uma deficiência, além de que isso significaria que qualquer pessoa que não tenha uma deficiência seria menos especial.
O uso no contexto de “atendimento especial” ou “necessidades especiais” ainda é bem comum, querendo referir-se que o atendimento e as necessidades são especiais, não as pessoas. Embora, aqui entre nós, eu considere o termo “específico” mais adequado, porque “especial” dá a entender que é algo VIP, extraordinário e não feito de maneira adaptada para uma condição específica diferente do padrão.
“Eficientes”
Também é comum fazer um trocadilho para chamar as pessoas com deficiência de “eficientes”, de forma a enfatizar que apesar de terem uma deficiência, essas pessoas ainda podem trabalhar e fazerem parte da sociedade. A questão é que a palavra deficiência é usada como antônimo de “eficiência”, quando na verdade, este é “ineficiência”. Logo, ter deficiência não significa ser ineficiente, mas ter uma perda permanente total ou parcial de alguma funcionalidade do corpo.


Ouça todos os Surdos

       Paula Pfeifer ,autora do Blog :Crônica da Surdez, escreveu  texto belissimo  sobre a Deficiência  auditiva e Surdez ,a Deficiência Invisível,merece  muito ser lido.

      REVISTA VEJA pag.72 e 73 ,ed.2556,nº46 :15 de Novembro de 2017

Pessoas com deficiência auditiva podem dirigir?


terça-feira, 14 de novembro de 2017

Não adianta querer falar de Diversidade..


Não tem inclusão real', diz mãe de aluna com deficiência sobre escolas públicas

'
Tema da redação do Enem deste ano trouxe novamente a importância do debate sobre educação inclusiva. Mãe conta que há falta de preparo para lidar com os desafios enfrentados pela menina.
Por TV Anhanguera
11/11/2017 15h28  Atualizado 11/11/2017 15h28

Crianças com deficiência sofrem com a falta de inclusão nas escolas
O tema da redação do Enem deste ano, 'Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil', trouxe novamente a importância do debate sobre educação inclusiva. Em Palmas, a menina Isadora tem desafios diários. Ela tem uma doença que compromete a capacidade física, motora e intelectual. Segundo a mãe dela, Adriana Gomes de Moraes, houve muita dificuldade para matricular a filha em escola pública. (Veja vídeo)
"Eu entrei na lista de espera e esperamos pouco mais de um ano pela vaga. Ai surgiu, efetuamos a matrícula e no ato já colocamos que a criança tem necessidades especiais e o que ela precisa. E mesmo assim quando começaram as aulas, a Isadora teve que voltar para casa porque não tinha cuidadora", relata a mãe.

 
Mãe da pequena Isabela diz que a filha não aprende tudo como deveria (Foto: Reproducão )
Adriana diz que apesar da filha frequentar as aulas percebe que a menina não aprende como deveria. "Não tem uma inclusão real. É aceito na escola, mas não é totalmente incluído. Não tem preparo dos professores. Ela vai, frequenta, mas não é totalmente incluída porque não se importam com essa parte pedagógica".
A estudante Lara, de 13 anos, é surda. Ela conta com a ajuda da intérprete de libras Mardila Chayanne durante as aulas. "Tudo que eu sei e tenho ciência de que a Lara já teve contato, que ela aprendeu eu faço a tradução que a professora está fazendo dentro da sala de aula. Quando a Lara não teve contato ou falta algum recurso a gente também faz o trabalho de docência, de ensinar, de tentar preencher um pouco a lacuna", relata a intérprete.
O mestre em linguística Vinícius Cassiano Linden explica que o maior problema da inclusão educacional é o modelo pedagógico adotado no Brasil e que portanto os professores não devem ser totalmente responsabilizados.
"No Brasil nós só temos um único modelo para acomodar todas as pessoas com deficiência. Isso é muito grave. Nós temos um espaço educacional que a mãe tem a impressão de que a filha não é atendida. Não podemos culpar só os professores, porque o problema na verdade está no modelo de educação inclusiva de hoje".
Quer saber mais notícias do estado? Acesse o G1 Tocantins.



Mestre em linguística fala sobre métodos de inclusão nas escolas

"Não vamos desistir,jamais!!!








Livro retrata aposentadoria da pessoa com deficiência sob a perspectiva dos Direitos Humanos



O benefício da aposentadoria da pessoa com deficiência deve ser conduzido segundo os princípios dos Direitos Humanos sim. É o que defende a advogada especialista em Direito Previdenciário, Carla Benedetti, no livro “Aposentadoria da pessoa com deficiência sob a visão dos Direitos Humanos”. Afinal, esse é a realidade de quase 25% da população brasileira que, segundo dados de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), possui algum tipo de deficiência.
A obra traça um paralelo com os Direitos Humanos, mostrando a importância do benefício previdenciário, cujo intuito visa dignificar a pessoa com deficiência, ao mesmo tempo em que insere e integra-a em sociedade, promovendo a igualdade, equilibrando-se condições e eliminando-se barreiras.

Dificuldades relacionadas ao trabalho e, consequentemente, à aposentadoria não são novidades para a pessoa com deficiência. Os maiores obstáculos para a participação no mercado de trabalho não são apenas questões ligadas à disponibilidade de tecnologia, acessibilidade, oportunidade ou respeito às leis que as protegem. A desinformação de muitos daqueles que oferecem as vagas são problemas palpáveis.Uma pesquisa recente realizada pela i.Social com  profissionais de recursos humanos, pessoas com deficiência e líderes de empresas mostrou que, de todos os entrevistados, 50% dos líderes não tem conhecimento sobre a Lei de Cotas e 54% dos recrutadores não conhecem ou nunca ouviram falar da Lei Brasileira de Inclusão (LBI).
O livro “Aposentadoria da pessoa com deficiência sob a visão dos Direitos Humanos” será lançado no dia 23 de novembro, às 18h30, na Livraria da Vila, em São Paulo (Alameda Lorena, 1731, Jardins, São Paulo – SP).
Nota disponibilizada pela Agência Join+Us. Mais informações:
Lucas Callegari – lucas.callegari@agenciajoinus.com.br | (11) 2362 2041

Marina Miranda – marina.miranda@agenciajoinus.com.br | (61) 9961 9167